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CASO MOISÉS - DOIS ANOS DEPOIS E NINGUÉM FOI PRESO E O CRIME CONTINUA NO MAIS ABSOLUTO MISTÉRIO

UM CRIME QUASE PERFEITO, JÁ QUE DOIS ANOS SE PASSARAM E TODOS ESTÃO IMPUNES. E A JUSTIÇA? A FAMÍLIA SÓ ACREDITA NA JUSTIÇA DE DEUS....

Durante uma viagem a trabalho de barco pelo Rio Madeira até Nazaré, no Baixo Madeira, em Porto Velho, o servidor da Secretaria de Educação (Seduc) Moisés Rodrigues Lima desapareceu quando voltava para capital, no dia 15 de janeiro de 2013. O delegado responsável pelo caso, Paulo Kaqueones, concluiu o caso como morte acidental, causada por afogamento. A família do servidor teve conhecimento de diversas versões sobre o desaparecimento, mas acredita em assassinato e, com isso, esperam até hoje uma solução para o caso
No dia 14 de janeiro, Moisés seguiu em um barco com outros três colegas de trabalho até Nazaré, 170 quilômetros da capital, onde levaria materiais didáticos da Seduc para uma escola no distrito. No dia seguinte, todos os servidores retornaram no mesmo barco, mas durante a viagem, Moisés desapareceu.
“Não temos dúvida nenhuma. Houve o crime só que, infelizmente, não está sendo apurado da maneira que deveria ser, que é pela [Delegacia Especializada] Homicídios”, conta a irmã de Moisés, Marilza Rodrigues.Com diversas versões, a família foi informada de que ele teria caído acidentalmente no rio. Outra informação foi a de que ele teria sofrido um surto. No entanto, os parentes acreditam que Moisés tenha sido assassinado durante a viagem.

Houve o crime só que, infelizmente, não está sendo apurado da maneira que deveria ser"Marilza Rodrigues, irmã de Moisés
Após análises de depoimentos, o delegado responsável pelo distrito de Nazaré, Paulo Kakeones, concluiu que foi uma morte acidental, por afogamento. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público (MP).
“O MP pode devolver o inquérito para delegacia para que sejam realizadas novas diligências ou eventualmente proporcionar outro encaminhamento para entender o caso”, explica o delegado.
Os irmãos e sobrinhos do servidor fizeram uma investigação por conta própria, indo até Nazaré. Após conversa com inúmeras pessoas, Paulo Gil, sobrinho de Moisés, conta que descobriu que no dia do desaparecimento houve uma discussão entre o servidor público e um tripulante, e o homem foi jogado no rio.
"Nós levantamos várias situações que mostram contradições nessa história toda. São contradições do comandante, da tripulação. Descemos até Nazaré e encontramos vários indícios que houve uma briga dentro do barco. E se teve, por que não apartaram a situação?", indaga Gil.
Devido a Moisés trabalhar na parte do almoxarifado na Seduc, a família acredita que o crime esteja relacionado ao desaparecimento de televisores e computadores da secretaria. O delegado responsável pelo caso garante à família que eles não ficarão sem resposta.
"Se existe algum culpado, nós vamos encontrar. Não só com relação à morte, se ela for criminosa, quanto  ao fato que ocorreu na Seduc. Então nenhuma linha está sendo descartada, inclusive quanto a participação de servidores da secretaria", garante Paulo.
SEDUC - Por volta das 10 horas da manhã do dia 16 de janeiro de 2013, a SEDUC veio informar a família do servidor público Moisés Rodrigues Lima, através do então Diretor de Almoxarifado e Patrimônio RODRIGO BARROS WILLIAMS, que MOISÉS havia “SUMIDO” às 23:30 horas da noite de 15 de janeiro de 2013, a poucos quilômetros de Porto Velho.
No dia 14 de fevereiro de 2013, há quase um mês depois do “sumiço” do servidor Moisés, o tal Diretor de Almoxarifado e Patrimônio da SEDUC, RODRIGO BARROS, registrou ocorrência 13E1001001654 na 1ª Delegacia de Polícia Civil, comunicando, pasmem: o sumiço de 11 aparelhos de televisão de 55 polegadas, 88 (Samsung)de 40 polegadas, 101 (Samsung) de 40 polegadas com tecnologia Led; 46 notebooks Positivo e seus acessórios, todos na caixa; e 03 centrais de ar de 36 mil BTUS cada uma da marca Eletrolux.
Na realidade, alguns gestores vêm sistematicamente tentando inverter a lógica, a ordem, a tônica, o significado e contexto dos fatos que envolvem a maior das Secretarias do Estado de Rondônia; com o intuito de distorcer a realidade dos acontecimentos e ocultar CRIMES que foram tramados e sucederam nos bastidores do almoxarifado central da SEDUC e fora destes, tais como: Furto, Peculato e homicídio
São 720 dias sem respostas concretas por parte das autoridades. São 17.280 horas de espera pelos devidos esclarecimentos desses crimes que envolvem a SEDUC e estão intrinsecamente ligados. Mas, a impressão é a de que certas autoridades nunca assumiram de fato as devidas responsabilidades de se emprenharem a fundo para investigar e esclarecer os casos, exceto, um único policial lotado na 1ª DP que investigou, elaborou relatório e fez sugestões. A conclusão é que as autoridades também “SUMIRAM”, mas não ASSUMIRAM os encargos e esforços para solucionar tais crimes.
Em 12 de novembro de 2013, o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia constatou os furtos e peculatos de bens públicos, certamente adquiridos através de verbas federais repassadas ao Estado através de convênios ou programas para a aquisição de materiais que deveriam equipar as diversas escolas de Rondônia. Entretanto, até a presente data os partícipes desses crimes contra o erário público, bem como, os indivíduos que tramaram e executaram a morte do servidor público Moisés Rodrigues Lima, continuam todos IMPUNES. Já que virou moda, é possível que esses malfeitores tenham feito uma mágica e também “SUMIRAM”. 

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