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Toffoli, Lewandowiski e Gilmar Mendes revoltados com Fachin e Cármen Lucia. Os três temem humilhação no caso Palocci


Os Ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, STF, estão indignados com a manobra do colega Edson Fachin. O relator da Lava Jato no Supremo decidiu retirar pedidos de habeas corpus do ex ministro Antonio Palocci Filho da segunda turma e decidiu levar o caso para o  plenário da corte. Com isso, Fachin impediu que o trio libertasse mais um preso da Lava Jato, como fizeram com José Dirceu, João Claudio Jenu, Jose Carlos Bumlai e Eike Batista.

Em apenas uma semana, os três ministros da segunda turma soltaram quatro criminosos da Lava Jato e se preparavam pra soltar também o PTista Antonio Palocci. O ex ministros estava prestes a firmar um acordo de delação premiada com o Ministério Publico Federal, mas desistiu, apos abertura da porteira do STF para os criminosos da Lava Jato.

Os Ministros Toffoli, Gilmar Mendes e Lewandowski temem não apenas sofrer uma humilhação no plenário do supremo, com uma derrota nas suas posições sobre os presos em regime preventivo na Lava Jato, como também ver suas decisões anuladas a pedido da Procuradoria Geral da Republica. Uma decisão plenária de onze ministros, praticamente invalida a decisão de três ministros da segunda turma.

Os três ministros da segunda turma, tradicionais aliados dos governos PT de Lula e Dilma, estão extremamente irritados com Fachin e o acusam de não ter "calosidade" para ocupar a posição. Mas o relator da Lava Jato no Supremo não é o único alvo do trio Toffoli, Lewandowski e Gilmar Mendes. Os três estão irritados com a presidente da corte, Cármen Lúcia, que se reuniu com Fachin antes do Ministro tirar da Segunda Turma a decisão sobre o pedido de habeas corpus de  Palocci. A tendência agora é de que o pedido seja negado por sete dos 11 Ministros do STF. Uma tremenda humilhação publica para o "trio laxante"

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