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POLITICANDO - #VAMOSESVAZIARAASSEMBLEIA

A outra metade da Pizza

Partindo de uma pessoa como Carlos Caldeira, isso é uma sandice, uma loucura, uma imbecilidade, uma idiotice, um surto, um desvio de conduta, um branco... Mas não é!
A próxima campanha é para esvaziar a ALE/RO (#vamosesvaziaraassembleia) no dia da sessão que vai ler o relatório da comissão processante daquela casa, já que todo mundo já sabe o que vai acontecer, correto? Ou alguém tem dúvidas? Então, se vai ser servido a outa metade da pizza que foi degustada na Câmara de Vereadores no dia 12, e se você não é chegado a massa, você vai fazer o quê lá, então?
E já que o assunto é pizza, eu pergunto a você leitor: qual o sabor da pizza que você mais gosta? Muito bem, dependendo do pedido do cliente, na Assembleia, assim como na Câmara vai ter entrega em domicílio, que nesse dia, o domicílio muda para a ALE/RO, não entendeu bulhufas? Sem problemas, eu explico: No dia 12, na Câmara de Vereadores, as dependências da casa estavam lotadas de "simpatizantes" dos vereadores acusados e que iam "a julgamento por seus pares", e como o acesso estava limitado a apenas 80 pessoas dentro do plenário, logicamente que os "simpatizantes", com medo de não entrarem para "dar uma força" ao seu vereador, chegaram cedo, e coincidentemente, chegaram todos juntos, e lotaram a galeria, só que ai tinha um problema: Se alguém saísse, até para ir ao banheiro, por exemplo, entrava outro em seu lugar, e como esses "simpatizantes" são seres fieis, eles iriam aguentar firme, poderia chover canivete lá dentro que de lá eles não saíam. Fome? Que fome, homem? Tá doido? Alguma "alma caridosa", sabendo que eles estavam ali por "uma boa causa", providenciou o que comer a todos esses "correligionários do bem", e a xepa servida ainda veio acompanhada de refrigerante, e não foi qualquer refrigerante não, foi da marca Coca-Cola, aquele de dois litros que custa em média R$5,50 a garrafa, portanto, a alma caridosa que pagou a xepa e o refri gastou algo em torno de R$800,00 (oitocentos reais). Estão achando que acabou é? Nan na ni na nãoooo, como vocês acham que esses "apaixonados" eleitores chegaram na câmara? A pé? Negativo! Até porque eles saíram do longínquo bairro Marcos Freire e adjacências, e isso poderia demorar um dia todinho pra chegar lá. Eles foram pra lá em dois ônibus, "cedido" por outra alma caridosa, que desembolsou mais R$1.600,00 (hum mil e seiscentos reais) para poder fazer barulho em prol de seus ídolos.
Bem, voltando a outra metade da pizza da ALE/RO... Se esvaziarmos a sessão, sabendo de antemão o que vai acontecer, pelo menos nós vamos dar um grande prejuízo a essas almas sebosas, digo, almas caridosas, que financiam a ida dos apaixonados eleitores para torcer pelos seus deputados. E aí, gostaram de minha teoria da conspiração? Ahhhh, não gostaram? Tudo bem, vocês pediram... vou colocar mais lenha nessa fogueira! Quando você vai às urnas para votar e você já tem o seu candidato, você vota e torce pra que ele tenha a maioria dos votos para ser eleito, correto? Aí, o candidato A tem mil votos e o candidato B tem mil e um votos, logicamente que quem vai entrar é quem tem a maioria dos votos, ou seja, quem tem 1.001 votos. Maravilhas, seu candidato está na ALE, ele é deputado eleito com a maioria dos votos dos eleitores, palmas, palmas, muitas palmas... Ok, passou a festa, seu candidato não deu certo, ele foi pego por uma operação da Polícia Federal daquelas que tem nome grego. A casa caiu! Agora, se algum de seus pares entrar com uma representação contra ele, coitado, pode até perder o mandato, e se não entrar, corre um sério risco de um Raimundinho Bike Som da vida entrar com essa representação e aí ele vai para julgamento de seus pares... Indo, e sendo pedido a cassação de seu mandato, ele não vai ser cassado se a maioria absoluta votar pela cassação, assim como foi pra ele ser eleito, lembra? Tipo assim: A casa tem 24 representantes, no dia da votação só aparecem para votar 17, os outros vão fazer tratamento renal no Rio de Janeiro, e na hora de decidir, 15 deputados votam pela perda de mandato, 1 se abstém e o outro vota contra. Pronto, seu deputado está livre! Livre, livre, livre pra cair em outra operação. É que, para se cassar um deputado, alega-se que precisa do voto de dois terços da casa, que, nesse caso, é de 16 deputados. Afinal de contas quem foi o energúmeno que fez essa lei?
E aí, você vai pra Assembleia assistir a mais esse espetáculo? 

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