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E A NOVELA OCIMAR TEM CAPÍTULOS EXTRAS: DEPOIS DE CANCELADO CONTRATO É HORA DE COBRAR OS 8 MILHÕES DE MULTA!

Independentemente se a Empresa OCIMAR deixou de pagar um simples cheque de R$876,00 (oitocentos e setenta e seis reais), se ela foi despejada da sede que ocupava em Taboão da Serra por não pagar aluguel a mais de um ano, independentemente se ela teve o fornecimento de água suspenso pela SABESP porque não pagava uma única conta à mais de seis meses...Independentemente de qualquer coisa, ALGUÉM VAI TER QUE PAGAR A MULTA DE 8 MILHÕES DE REAIS estipulada por quebra de contrato com a prefeitura de Porto Velho. 

Para garantir o fiel cumprimento das clausulas contratuais, e até por uma questão de justiça com a população da capital, que pagou caro, e muito caro por essa desastrosa, fracassada e fraudulenta licitação, esse blogueiro e ativista já entrou com um pedido de providências junto ao MP para que sejam apuradas as responsabilidades e os coparticipes dessa lambança toda, os responsáveis solidários, também sejam punidos com a forma da lei e sejam obrigados a devolver aos cofres públicos todo o recurso gasto com essa bandalheira.  
HOJE A PGM DEU PARECER CANCELANDO O CONTRATO

Vejam matéria publicada no site www.rondoniaovivo.com.br

A Procuradoria Geral do Município por meio de seu procurador Mirton Moraes de Souza divulga oficialmente nesta quinta feira (15), o parecer sobre análise do pedido de cancelamento do contrato com a empresa Ocimar Comércio de Veículos vencedora da licitação do transporte coletivo da capital. No final da tarde ontem,a PGM adiantou que o contrato entre a prefeitura de Porto Velho e a empresa que tem sede em Taboão da Serra, será cancelado porque a Ocimar não cumpriu o contrato.

O secretário Municipal de Trânsito, Carlos Gutemberg disse que aguarda a emissão oficial do parecer para adotar os procedimentos legais. Um deles é a cobrança de uma multa no valor de R$ 8 milhões pelo não cumprimento do contrato.

A Ocimar deveria ter assumido o sistema do transporte coletivo na capital rondoniense no dia 27 de setembro, mas alegou problemas de logística e pediu um prazo de 30 dias para se instalar, pedido negado pela PGM.

Além da multa, explicou Gutemberg, a empresa correr o risco de ficar dois anos proibida de contratar com o poder público. Enquanto a prefeitura trabalha na regularização de novas empresas para o setor, Rio Madeira e Três Marias, que estão com o contrato cassados, continuam explorando o transporte de passageiros em Porto Velho. 

Fonte: Rondoniaovivo

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